Dança Subtone
Real Pelágio
De Sílvia Real e Sérgio Pelágio
Albufeira (Faro – Capital Nacional da Cultura)
Dias 1 e 2 de Junho
«'Subtone' é a sequela de 'Casio Tone', peça estreada em Frankfurt, em 1997, e que continua em digressão, tendo sido apresentada em mais de 10 países europeus.
'Subtone' é um solo, igualmente centrado na personagem de Sra. Domicilia, só que desta vez a acção decorre no seu local de trabalho: um lugar bastante estranho onde, se não fosse a luta diária travada contra um inimigo terrível e invisível chamado tédio, esta senhora não tinha mesmo nada que fazer…»
Teatro
O Contrabaixo
Texto de Patrick Süskind
Visões Úteis
Tradução: Anabela Mendes
Dramaturgia e direcção: Ana Vitorino, Carlos Costa, Catarina Martins e Pedro Carreira
Direcção musical: João Martins
Interpretação: Pedro Carreira e músicos convidados
Triplex, Porto
De 1 de Junho a 13 de Julho, Quartas-feiras
«Um monólogo em episódios musicados sem sequência nem consequência. As desventuras de um homem e do seu contrabaixo. O instrumento mais importante da orquestra. O que parece uma velha gorda.»
Teatro
As regras da arte de bem viver na sociedade moderna
de Jean-Luc Lagarce
Artistas Unidos
Tradução: Alexandra Moreira da Silva
Com: Isabel Muñoz Cardoso
Cenografia: Rita Lopes Alves e João Calvário
Figurinos: Rita Lopes Alves
Luz: Pedro Domingos
Som: Emídio Buchinho
Encenação: Andreia Bento assistida por Pedro Carraça
Teatro Taborda, Lisboa
Até 5 de Junho
Teatro
Enquanto Eu e Tu tivermos lábios e voz
de Mónica Calle
Com: Mónica Calle
Casa Conveniente, Lisboa
até 12 de Junho
Dança/música
Vera Mantero canta os Americanos… com Nuno Vieira de Almeida
CAPA, Centro de Artes Performativas do Algarve
2 e 3 de Junho
Teatro Viriato, Viseu
Dia 17 de Junho
«São Carlos. 1995. Street Scene, Kurt Weill. Sensação de tédio.
Bons cantores com uma partitura que não é para eles.
Weill na América é musical e não ópera. De repente entra a Vera de mão dada com um rapaz. Mexe-se com naturalidade e desenvoltura (começo a parar o bocejo e a abrir os olhos) e canta.
Finalmente tudo bate certo.
A música… A voz… A afinação impecável… A musicalidade.
Oito anos depois vingo-me… E vingo-a a ela também (espero)!»
Circo
Circo Acrobático Nacional da China
Teatro Aveirense, Aveiro
Dia 3 de Junho
«O espectáculo combina duplos acrobatas com representações aéreas, dança com equilibristas ou magia. Tudo isto com cuidadas composições, desenho de palco, guarda-roupa, iluminação e banda sonora.»
Dança
Olívia
de Isabel Barros
Casa das Artes, Vila Nova de Famalicão
Dias 3, 4 e 5 de Junho
Mês da Dança, Évora
Dia 14 de Junho
«Espectáculo do Balleteatro Companhia, de dança e marionetas.»
Dança/música
Is that all there is? Then let's keep dancing!
Com Vera Mantero e Nuno Vieira de Almeida
CAPA, Centro de Artes Performativas do Algarve
Dia 4 de Junho
Teatro Viriato, Viseu
Dia 17 de Junho
«Quer sejam alemãs, brasileiras, francesas ou americanas, a esmagadora maioria das canções trata de amor. Do seu sucesso ou insucesso, da sua durabilidade ou efemeridade e da contrapartida de lealdade que podemos encontrar no parceiro(a). Vulgo fidelidade… (não deixa de ser ingénua a confusão de muitos letristas entre uma e outra coisa).
Algumas (menos) tratam também de sexo… e essas são mais antigas, aparecem antes desta globalização burguesa de sentimentos que hoje nos inunda. É sobre umas e outras que queremos falar… talvez com algum desencanto, talvez com alguma esperança. Is that all there is? Then let's keep dancing…» Vera Mantero e Nuno Vieira de Almeida.
Teatro
Os Portas
de John Godber
Encenação: Almeno Gonçalves
Com: Almeno Gonçalves, António Melo, António Fonseca, Marcantónio Del Carlo
Teatro de Vila Real
Dia 4 de Junho
«Uma comédia onde o elemento determinante da acção (a discoteca de massas Politburo) deixa espelhar uma crítica contundente mas divertida à sociedade de consumo.
Centrada em quatro comediantes que vestem a pele de múltiplas personagens (quatro porteiros da noite, quatro rapazes, quatro raparigas, um DJ e um punk), a peça levanta a questão da solidão, do encontro fortuito na noite, da procura do parceiro sexual, explorando a vertente da comédia tradicional, da alta comédia e da farsa.»
Teatro
Da Terra e do Inferno
de Thomas Berhnard e Peter Handke
Encenação: Joana Craveiro e Pedro Matos
Teatro D. Maria II - Sala Estúdio, Lisboa
Dias 7, 8 e 9 de Junho
Apresentação dos exercícios do 2º ano dos cursos de formação de actores/ produção/ realização plástica do espectáculo do ESCT/ Departamento de Teatro
Teatro/conferências
O Teatro é feito por pessoas
Por Jorge Silva Melo
Artistas Unidos
Culturgest, Lisboa
De 8 de Junho a 6 de Julho, Quartas-feiras
«Quem faz o teatro são as pessoas de diferentes saberes. Há quem saiba música e quem saiba carpinteirar, quem sabe escrever e quem tem voz potente, quem sabe pintar e quem sabe gramática, quem sabe de sapatos e quem sabe de métrica, quem sabe línguas e quem sabe contas, quem sabe de costura e quem sabe de lavar lãs. No teatro o sapateiro sobre acima da sandália. Pois ele é o encontro de todas estas pessoas com saberes diferentes. Na sociedade actual, elas não se encontram, os professores universitários nunca tomam a bica com o carpinteiro, nem o poeta discute com a cabeleireira. Mas no teatro estas pessoas todas vivem juntas, a pergunta do aderecista é tão justa como a do dramaturgista, o saber do bilheteiro tão crucial como o do tradutor.(…) Cinco aulas sobre os saberes do teatro e a sua oportunidade.» Jorge Silva Melo
Teatro
Mamã Lusitana
Cabaré com isqueiro
Encenação e dramaturgia: Marta Plazos
Trigo Limpo/Teatro Acert
Bar do Teatro - Teatro Viriato, Viseu
Dia 10 de Junho
«O cabaré é um código maluco em que o actor joga com muitas técnicas. 'Mamã Lusitania' compõe-se de 14 quadros. Cada quadro está encenado com uma chave diferente, o bufão, o clown, a comédia, a linguagem cinematográfica e televisiva, o heavy metal, o teatro do absurdo, o teatro de acção, o circo…
Cada um destes pequenos episódios foi sempre trabalhado a partir do jogo do corpo e interpretados de forma autónoma, independente da trama.» Marta Plazos
Dança
Mutis
Txatxorra's Cube
Matxalen Bilbao (Espanha) e Txatxorras (Espanha)
CAPA, Centro de Artes Performativas do Algarve
Dias 10 e 11 de Junho
Mutis
«Os corpos interrompem a continuidade do espaço, ocultam-no invadem-no, transformam-no. Mutis reflecte o interesse da coreógrafa por essa transformação do espaço, pela presença do corpo em movimento: o movimento transforma a percepção do espaço, (des)construindo diferentes lugares, tornando importante não só o que vemos mas também o que não vemos. O espaço é o lugar ocupado pelos corpos mas também a distância entre eles ou entre os acontecimentos. Todo o corpo ocupa um espaço, todo o acontecimento ocorre num espaço e tudo existe num espaço.»
Dança
Lisboa Ballet Contemporâneo
Uma Noite com Ella, Renacê e Makeba de Benvindo Fonseca
Teatro Garcia de Resende, Évora
Dia 11 de Junho
«Benvindo Fonseca tornou-se uma referência no panorama da dança portuguesa pelo seu movimento muito próprio que ali à qualidade e ao rigor uma vertente de exploração do prazer básico do movimento – o lado mais sensorial da dança.»
Dança
Ballet Gulbenkian
A Closer View de Regina Van Berkel, Quase de Rui Lopes Graça e Pergunta Sem Resposta de Hervé Robbe
TNSJ, Porto
Dias 14 e 15 de Junho
Teatro
Homem Branco, Homem Negro
de Jaime Rocha
Encenação: João Lourenço
Interpretação: Ângelo Torres, António Cordeiro
Grande Prémio de Teatro Português/SPA/Novo Grupo 2004
Teatro Aberto, Lisboa
Estreia a 15 de Junho
«Um homem branco, militante anti-racista, conhece um homem negro numa rua da cidade, onde se encontra a colar cartazes contra o racismo. A relação que se irá desenvolver entre os dois homens dará a conhecer um conjunto de situações da vida quotidiana de ambos em que, com humor e subtileza crítica, se irão revelar e desconstruir preconceitos racistas, económicos e sociais, afinal escondidos nos interstícios até dos espíritos bem intencionados.»
Teatro
A vida continua
De Carlos J. Pessoa
Teatro da Garagem
Espaço Teatro da Garagem, Lisboa
De 15 de Junho a 3 de Julho
«Neste espectáculo, 'A Vida Continua', o termo tragicomédia significa que as personagens se confrontam com situações contraditórias e que a resolução destas contradições se faz, utilizando o inverosímil, o absurdo, o anedótico, o carnavalesco e o patético, como modos de resolução cómica. Este modo de resolução das contradições, não proporcionando elevação trágica, procura proporcionar elevação irónica, isto é, rindo, o espectador deve ter presente o desconforto inerente às situações contraditórias vividas pelas personagens.» Carlos J. Pessoa
Teatro
Conferência de Imprensa e outras aldrabices
Artistas Unidos
Co-produção TNDMII/AU
Teatro D. Maria II, Lisboa
estreia a 16 de Junho
Espectáculo a partir de textos de: Harold Pinter, Marcos Barbosa, Miguel Castro Caldas, Jon Fosse, Finn Iunker, Juan Mayorga, Duncan McLean, António Onetti, Irmãos Presniakov, Spiro Scimone, Arne Sierens, António Tarantino, Enda Walsh, José Maria Vieira Mendes, Letizia Russo, Jorge Silva Melo, Davide Enia, David Harrower e Fausto Paravidino
Teatro
A Cadeira
De Edward Bond
Teatro da Cornucópia
Tradução: Luís Miguel Cintra
Cenário e figurinos: Cristina Reis
Elenco: Catarina Requeijo, Dinis Gomes, Márcia Breia, Paulo Moura Lopes
Teatro do Bairro Alto, Lisboa
De 16 de Junho a 17 de Julho
Dança
Sopro
Companhia Rui Lopes Graça
Participação: Pedro Carneiro
Teatro Camões, Lisboa
Dias 17 e 18 de Junho
Teatro
A Vida do Grande D. Quixote
de António José da Silva (O Judeu)
Teatro ao Largo
Culturgest, Lisboa
Dias 17 e 18 de Junho
«Foi em 1605 que Cervantes publicou o primeiro livro de 'El Ingenioso Hidalgo Don Quijote de La Mancha', fazendo assim, em 2005, quatro séculos da influência de D. Quixote na cultura do mundo moderno.
'A Vida do Grande D. Quixote de La Mancha e do Gordo Sancho Pança', escrito em 1733 por António José da Silva, conhecido por O Judeu, é um clássico do teatro português. Misturando a sátira, o burlesco, canções de ópera cómicas, e voos de fantasia surrealista, é uma dramatização espirituosa da famosa história de Cervantes acerca do iludido velho cavaleiro e o seu ignóbil escudeiro, enquanto erravam pelas terras de Espanha à procura de proezas cavaleirescas para desempenhar. Como diz o nosso herói: 'Vou a castigar insolentes, a endireitar tortos.»
Dança
Ballet Gulbenkian
O Canto do Cisne de Clara Andermatt e Organic Spirit/Organic Beat/ Organic Cage de Paulo Ribeiro
TNSJ, Porto
Dias 17 e 18 de Junho
Teatro Viriato, Viseu
Dias 24 e 25 de Junho
Teatro
A Casa de Bernarda Alba de Frederico Garcia Lorca
Encenação: Diogo Infante e Ana Luísa Guimarães
Música: Bernardo Sassetti
Com: Ana Bustorf, Cucha Carvalheiro, Custódia Gallego, Isabel de Castro, Laura Soveral, Maria do Céu Guerra, Rita Lello, Sandra Faleiro
Teatro S. Luiz, Lisboa
Dias 18, 19, 22, 23, 28, 29 e 30 de Junho
Dança
Box Nova: «Descenso (Capricho)»
De Guilhermo Weickert
Coreografia e interpretação: Guilhermo Weickert
Música: Nick Cave, Portonovo, Victor Joaquim
CCB - Sala de ensaio, Lisboa
Dia 18 de Junho
«Guilhermo Weickert mergulha nas profundezas do ser criando um trabalho sobre o medo. Um trabalho cheio de angústia mas também de humor que nos leva a corredores escuros da nossa infância.»
Teatro
Os Homens das Latas
de Edward Bond
TEUC (Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra)
Encenação: Luís Mestre
AAC - Teatro de Bolso, Coimbra
De 19 a 30 de Junho
Teatro
A Solidão dos Campos de Algodão
Teatro Plástico
Encenação: Francisco Alves
Casa Conveniente, Lisboa
De 20 de Junho a 23 de Julho
Dança
When I Fall de Ivo Serra
apresentação da primeira parte do espectáculo
Produções Bomba
Estúdio Bomba Suicida, Lisboa
Dia 22 de Junho
Dança
Corpo de Baile
de Miguel Pereira
Interpretação: António Taglarini, Pedro Nuñez, Mário Afonso, e outros
Grande Auditório da Culturgest, Lisboa
Dias 23, 24 e 25 de Junho
«Comecei por uma visão geral de ilusão óptica e aos poucos fui entrando em zoom e observando os detalhes. A imagem que eu tinha dos corpos na altura, corpos perfeitos, magros, elegantes, graciosos, começou a transformar-se e comecei a notar, por entre eles, algumas assimetrias. Onde era suposto ver rigor, precisão, automatismo e leveza nos movimentos vi que, ao observar de perto, todos os corpos tinham as suas particularidades. Os mais gordos, os muito magros, aqueles que tinham imperfeições, os que não estavam no ritmo, os que tremiam, braços mais acima, pernas mais abaixo – com o zoom ia podendo observar cada vez mais detalhes – os corpos que oscilavam, que tremiam, que se desencontravam por instantes, que se mostravam inseguros, o esforço que faziam. Caras com uma expressão grave, com o pânico e o medo instalados, por instantes, ao mesmo tempo que alguns sorrisos se esboçavam. Não estavam todos certos como pareceram ilusoriamente no início, como máquinas(…)» Miguel Pereira
Dança
Olga Roriz
Lançamento Livro e Mostra de Vídeos
Teatro Camões, Lisboa
De 23 a 26 de Junho
Teatro
Confissões de Mulheres de 30
de Domingos Oliveira e Priscilla Rozenbaum
Adaptação: Leonor Xavier
Com: Fernanda Serrano, Margarida Marinho e Maria Henrique
Teatro de Vila Real
Dia 23 de Junho
«Preocupações, amores, trabalhos, terrores e glórias das mulheres de 30. Confissões baseadas em histórias reais de mulheres na faixa dos 30, num clima de humor. Alguns assuntos abordados: casamento, primeiro namorado após a separação, filhos, ex-maridos, tipos de homens no Amor, grandes sonhos, sexo, mercado de trabalho, a preocupação com a maturidade.»
Dança
People Like Us
de Romulus Neagu
Teatro Aveirense, Aveiro
25 de Junho
«Após a realização de workshops e audições em Lisboa, Viseu, Aveiro e Porto, com a participação de imigrantes oriundos de vários países, partimos para uma viagem performativa que envolve os membros destas comunidades, analisando a forma como estas se constituem, com base na memória individual e 'o efémero' das memórias pessoais fragmentadas e pulverizadas na memória colectiva. 'People Like Us' percorre um caminho que serpenteia entre todos os géneros do espectáculo, analisa experiências pessoais, de 'identidade', observa a relação entre 'o individual' e 'o colectivo', a adaptação físico-emocional 'a si próprio' e 'à colectividade'.»
Peformance/teatro
CinemaScope
De André Murraças
CAPA, Centro de Artes Performativas do Algarve
Dias 27 e 28 de Junho
«É o nome de uma lente utilizada no cinema, e criada nos anos 50, de forma a poder abrir o ângulo de captação de imagem. A projecção do filme atingia depois três vezes a largura normal da tela, mas com os avanços tecnológicos, essa exagerada medida de projecção foi adaptada para os nossos actuais écrans de cinema, sem deformar a imagem. Enquanto espectáculo, 'CinemaScope' explora o quanto o cinema, como arte, nos toa e transforma. Através do recurso a testemunhos pessoais, críticas e análises teóricas sobre filmes e técnicas cinematográficas, 'CinemaScope' transpõe para o teatro uma arte que lida apenas com duas dimensões (a altura e a largura da tela). Ao juntarmos a tridimensionalidade dada pelo palco, as palavras, as imagens e os sons passarão como que por uma lente e serão obrigados a defrontar-se com esse cruzar de duas artes: o cinema e o teatro»
Novo Circo
Kiang
Compagnia Galouma
Rivoli Teatro Municipal, Porto
Dia 29 de Junho
«Uma das companhias mais prestigiadas internacionalmente na área do Novo Circo apresenta neste espectáculo um trabalho sobre o corpo, com improvisações que misturam disciplinas de circo (neste caso cavalos) e teatro. As técnicas circenses são aqui colocadas ao serviço de um todo, o tema central em que as personagens são atiradas para uma experiência extrema, num lugar insólito. A pista de areia transforma-se em ampulheta, metáfora do tempo e da forma como o homem o vive: um longo percurso a percorrer em que, às vezes, se apagam as traças, memórias, para sempre.»
Teatro
Vincent, Van e Gogh
Peripécia Teatro
Direcção: José Carlos Garcia
Criação e interpretação: Sérgio Agostinho, Noella Domínguez e Angel Frágua
Teatro de Vila Real
Dia 30 de Junho
«Vincent Van Gogh, pintor holandês (1853-1890) é o paradigma do 'artista maldito' que não vê a sua obra reconhecida. Toda a sua vida é a história de um fracasso, de uma buscam primeiro da verdade religiosa e, mais tarde, da arte. Agora que a sua pintura é reconhecida como um dos momentos mais altos da arte contemporânea, convém lembrar que em vida Van Gogh apenas vendeu um quadro. Como conseguiu prosseguir, contra tudo e todos?»